O ano de 2026 é marcado por decisões cruciais para o futuro do país, mas esse debate não deve invadir o seu sustento. O assédio eleitoral no trabalho ocorre quando o patrão ou um gestor usa o poder da empresa para constranger, intimidar ou influenciar o seu voto. No Brasil de 2026, a lei protege o trabalhador contra essa prática com um rigor nunca visto antes.
O assédio eleitoral não é uma conversa casual, mas sim uma estratégia de medo. Ele se manifesta através de:
Este ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consolidou a Resolução nº 23.760/2026, que proíbe expressamente o assédio eleitoral em ambientes públicos ou privados.
Além disso, sob a ótica da NR-1, a coação política é tratada como um fator de risco psicossocial. Isso significa que a empresa que permite ou pratica o assédio eleitoral está violando normas de segurança e medicina do trabalho, o que agrava a punição em caso de fiscalização do Ministério Público do Trabalho (MPT).
Se você sente que sua liberdade de escolha está sendo cerceada: